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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Viagem e visita ao concelho de Paços de Ferreira

Brasão de Paços de Ferreira

Localização : 

             Concelho de Paços de Ferreira encontra-se inserido na chamada região do Vale do Sousa, numa zona de transição entre a Área Metropolitana do Porto, o vale do Ave e o vale do Sousa. A cerca de 30 Km da cidade do Porto, é constituído por 16 freguesias, possuindo uma área de aproximadamente 72,6 Km2. Este concelho tem como limites, a norte e a oeste, o concelho de Santo Tirso, a este, o concelho de Lousada e a sul, o concelho de Paredes.





História : 

             A primeira referência escrita relativa a Paços de Ferreira data de 1059, tratando-se do livro de Mumadona, que refere à Vila de Paços (de Ferreira) com a Igreja de Santa Eulália, sendo o couto de Ferreira independente da freguesia de Paços. Já nas Inquirições de 1308, é referida a freguesia de Santa Eulália de Paços, incluída no Julgado de Aguiar da Beira. Apesar do topónimo parecer referir um edifício senhorial ou nobre, o certo é que as mesmas Inquirições indicam que não existia qualquer honra na freguesia. A independência de Paços em relação ao mosteiro de Ferreira era completa, sendo a freguesia um simples curato anexo à abadia de Vandoma e posteriormente feita honra em nome dos bispos do Porto. Em 1514 foi dado foral de D. Manuel I à Terra de Ferreira. Em 1832 surge como concelho, cuja sede era em Sabrosa, hoje freguesia do concelho de ParedesCom a supressão do concelho de Barrosas, as freguesias que constituíam este concelho passaram a estar integradas no de Paços de Ferreira. Por decreto de 28 de Dezembro de 1840, o concelho de Paços de Ferreira passa a pertencer à comarca de Santo Tirso, porém em 20 de Setembro de 1890, Paços de Ferreira cria a sua própria comarca, sendo esta extinta a 6 de Julho de 1932.

Bandeira de Paços de Ferreira

Cultura e Turismo : 

                No concelho de Paços de Ferreira existem diversas associações culturais e desportivas que procuram promover a cultura local. Entre os acontecimentos culturais concelhios, são de salientar o Concurso Nacional de Jovens Estilistas (Paços Moda), a Feira Internacional de Artesanato de Freamunde, a bienal Internacional de Design de Mobiliário, entre muitas outras atividades. A Biblioteca Municipal de Paços de Ferreira aliada à Casa da Cultura de Freamunde promovem atividades de preenchimento de tempos livres e enriquecimento cultural, assim como o Museu Municipal. A nível desportivo, o concelho dispõe de vários polidesportivos e campos de jogos, entre outras infra-estruturas que promovem todo o tipo de atividades desportivas.







Gastronomia :

               Da gastronomia do concelho de Paços de Ferreira destacam-se a sopa seca e sarrabulho doce.  Na doçaria, os doces tradicionais são os bolos de gema e os melindres.






terça-feira, 27 de novembro de 2012

Viagem e visita ao concelho da Maia

Brasão de Maia

Localização : 

           Concelho da Maia localiza-se na esfera central do distrito do Porto, na zona intermédia entre o litoral e o interior montanhoso, distando aproximadamente 17,5 Km da sede distrital, tem de área 83.14 km2 e é subdividido por 17 freguesias. Este concelho tem como limites a Noroeste, o concelho de Vila do Conde; a nordeste, o concelho de Santo Tirso; a norte, o da Trofa; a oeste, o de Matosinhos; a este, o concelho de Valongo; a sudoeste, o do Porto e a sudeste, o de GondomarO concelho da Maia é atravessado pelo rio Leça que, apesar de ser um rio relativamente pequeno, marcou e definiu as características das terras do concelho, nomeadamente a fertilidade agrícola que proporcionou. Este rio percorre o concelho pelo Sudoeste, circunscrevendo-o no seu limite fronteiriço com Matosinhos. A bacia criada pelo Leça, cruza-se a Norte com a bacia do Ave e a Sul com a Bacia do Douro e para ela confluem as águas fluviais da Serra da Agrela.



História : 

        O atual concelho da Maia é herdeiro da antiquissíma Terra da Maia, antiga terra reguenga, circunscrita ao Douro e Ave, rios que a limitavam a Sul e a Norte, respectivamente. Esta era uma área de grande importância política e administrativa e um núcleo central onde se desenrolaram fortes resistências quer aos condes portucalenses quer às pretensões galegas dos Travas e do Arcebispo de Compostela. De facto, a História da Terra da Maia não pode ser dissociada da fundação da Nacionalidade, sendo que alguns autores defendem mesmo que o Príncipe Afonso Henriques teria sido aqui educado, junto à família dos Mendes da Maia a que pertenciam o Arcebispo de Braga D. Paio Mendes e Gonçalo Mendes da Maia "O Lidador". Em 1304, as Terras da Maia foram integradas no termo do Porto, perdendo a autonomia administrativa e política que tivera até então. Em 1360 foram instituídos os primeiros donatários na região; nesse ano, D. Pedro I doou o senhorio da Azurara, com o Julgado da Maia, ao Infante D. Dinis, seu filho. Já em 1384, os concelhos e julgados da Terra da Maia passaram a estar sujeitos aos ouvidores, meirinhos ou almotacés e procuradores que a cidade do Porto lhes impunha para efeitos judicias. Nos assuntos administrativos passaram a estar sujeitos ao Senado do Porto, situação que se manteve até 1608. De um modo geral, todo o espaço da Terra da Maia, com a excepção dos coutos e das honras, estava dependente da Câmara do Porto. D. Manuel concedeu foral à terra da Maia a 15 de Dezembro de 1519. Neste documento, passava-se em revista as rendas e os foros a pagar aos donatários dos reguengos da Maia, bem como a forma de exercer as penas e justiças mais comuns. Em 1527, o concelho abrangia, na sua área administrativa, 55 freguesias. 
Entre os anos de 1700 e 1836 o concelho possuía 44 freguesias e englobava toda a faixa marítima entre o Leça e o Ave, confinando a Norte com Vila do Conde que praticamente não tinha termo próprio. Pelo Sul confinava com o concelho de Gondomar, com o Couto de Rio Tinto, a cidade do Porto e com o concelho de Bouças. Com as reformas administrativas iniciadas em 1836, transformou-se num concelho autónomo mas bastante reduzido em área e em número de freguesias: retiraram vinte freguesias para o concelho de Vila do Conde, nove para Santo Tirso Matosinhos, oito para o Porto, três para Valongo e uma para Gondomar, restando apenas um total de 16 freguesias. Atualmente tem 17 freguesias, sendo que a 17ª freguesia, Pedrouços, foi criada pela desanexação de Águas Santas. Maia foi elevada a Comarca, abrangendo os julgados da Póvoa de Varzim, Santo Tirso, S. Tomé de Negrelos, Vila do Conde e o da própria Maia. Em 1840, a comarca foi extinta e o Julgado da Maia integrado na Comarca do Porto. Já no ano de 1855 foi suprimido o Julgado da Maia, passando o que restava do seu concelho a depender judicialmente do Porto e dois anos depois foi extinto o próprio concelho da Maia. A 14 de Janeiro de 1868, a extinção foi anulada e o concelho da Maia voltou de novo a existir abrangendo a área que possuía em 1857. Na sequência da restauração do concelho, a Maia passou a ter dois julgados em 1886 que mais tarde foram extintos. Em 1994 foi restaurada a comarca da Maia.
Bandeira de Maia

Cultura e Turismo : 

               Este é um concelho bastante rico no que diz respeito a potencialidades turísticas e culturais, dispondo de várias infra-estruturas que impulsionam de algum modo este tipo de atividade  Assim, existem no concelho vários complexos desportivos e culturais, bem como vários pontos turísticos e monumentos que pode visitar.  Além disso, dispõe ainda de vários acontecimentos culturais, de que se destacam os Encontros de Coros, o Fórum Multimédia, a Bienal de Arte Jovem, a Bienal de Escultura, o Festival Internacional de Música, o Festival Internacional de Teatro Cómico, o Fórum Espetáculo e o Festival Nacional de Coros Infantis. Na Câmara Municipal da Maia realizam-se diversas exposições de pintura, escultura e ainda conferências sobre variadíssimos temas, assim como o Fórum da Maia. Encontramos também inúmeros ranchos folclóricos, bandas de música e variadas associações.



Gastronomia : 

                 Integrado numa zona muito rica em termos gastronómicos, o concelho da Maia é dotado de uma gastronomia variada e requintada. Das receitas mais tradicionais do concelho são de destacar o "bacalhau à moda do Lidador", a "sardinha de escabeche à moda da Maia", o "arroz pica no chão", o "cabrito assado à maiata" e o "cozido à portuguesa".  Na doçaria  uma referência especial para as "broinhas de erva doce", o "pão de ló", a "aletria", o "pudim com Vinho do Porto", os "ovos mexidos com amêndoa" e o "vinho quente". 






Aldeia do Sistelo - Casa da Avó

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Sobre a Casa : 

             No encantador concelho de Arcos de Valdevez, no coração da freguesia de Sistelo e muito perto do seu elemento mais destacado, o denominado “Castelo de Sistelo”, um palácio revivalista datado do século XIX, encontra-se a Casa da Avó. A Casa da Avó, agora totalmente recuperada, oferece aos seus hóspedes todo o conforto e qualidade. A Casa da Avó é uma das maiores casas do povoado rural de Sistelo e para melhor servir e alojar os seus hóspedes foi dividida em duas casas independentes: a Casa da Avó 1 e 2. A sua privilegiada localização permite uma deslumbrante panorâmica sob o rio Vez, que se pode contemplar através do seu alpendre com churrasqueira, convidando-o também a passar longas tardes a assistir aos encantos da natureza. Sistelo é famoso pelos seus socalcos, que surgiram pela necessidade de aumentar a superfície agrícola e de contrariar os declives. São plataformas mais ou menos planas de solo profundo e fértil, construídas nas vertentes das montanhas, sobrepostas umas às outras em escadaria e suportadas por grandiosos muros de pedra. Todo este conjunto que denomina uma paisagem natural de inegável natureza, convida-o a passar umas pequenas férias em tranquilidade total.

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Casa da Avó 1 – T1

R/chão: 1 quarto duplo, 2 casas de banho. 
1º Piso: Sala estar/Jantar (sofá e TV), Cozinha (Fogão, Forno, Frigorífico, Micro-ondas, Torradeira, maquina de café, maquina de lavar loiça, Loiça e utensílios de cozinha) 

Exterior: Pequeno espaço exterior com alpendre e barbecue. 

Geral: Inclui roupas de cama e banho. Aquecimento eléctrico em toda a casa. Serão disponibilizados produtos para preparação do pequeno-almoço. Não são permitidos animais de estimação.

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Preços: 
Preço casa em exclusivo para 2 Pessoas: 50 Euros/noite
Cama Extra: 15 Euros/noite

Notas: Preço para uso exclusivo da Casa. Cama extra apenas para crianças até 12 anos. Mínimo de estadia de 2 noites.

Para mais informações ou reservas, por favor, contacte a CENTER -info@center.pt ou Tel.  +351 258 931 750


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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Viagem e visita ao concelho de Vila do Conde

Brasão de Vila do Conde

Localização : 

             Concelho de Vila do Conde situa-se a cerca de 28 Km da sede distrital do Porto, confrontando os seus limites com os concelhos de Póvoa de Varzim, de Vila Nova de Famalicão, da Trofa, da Maia e de Matosinhos, sendo banhado a Oeste pelo Oceano Atlântico. O concelho tem uma superfície territorial de 149,31 Km2, distribuída por 30 freguesias que se estendem pelas duas margens do rio Ave. O rio Ave nasce na Serra da Cabreira e desagua em Vila do Conde, dominando grande parte do concelho, estando, desde há muitos anos, diretamente envolvido com a prosperidade económica da região e com os hábitos e costumes da população.

  



História : 

            As mais antigas referências sobre a presença humana em terras de Vila do Conde remontam ao Paleolítico Superior; pelo menos, é o que consideram os arqueólogos que apontam os instrumentos bifaces de pedra, descobertos em Modivas, como pertencentes ao período "Aurichacence"; porém, existem ainda dúvidas, pois é possível que com as deslocações de solos das vertentes para as plataformas, estes objetos tenham sido arrastados para o local. Nesta época existiam várias praias de onde devem ter sido arrastados alguns materiais líticos, aquando da regressão pré-Flandriana; o mesmo se terá passado com os terraços fluviais das margens do rio Ave, que de certa forma contribuíram para a formação da bacia sedimentar da foz. Ao que tudo indica, terá sido nestas antigas praias e terraços que o homem começou por se fixar e organizar os seus primeiros núcleos, deixando de depender unicamente da caça, da pesca, da recolha de frutos e raízes e iniciando-se na agricultura e na pastorícia. Outros vestígios da época foram ainda descobertos por outras freguesias. O território a que corresponde a atual área do concelho passou ainda por um período de cultura castreja, começando depois do século III a. C., a colonização romana, sendo este facto atestado por vários e valiosos achados arqueológicos que asseguram a sua romanização no século I da era de Cristo. Pelas antigas organizações administrativas, o atual concelho de Vila do Conde encontrava-se dividido em duas "terras": a da Maia (a Sul do rio Ave) e a de Faria (a Norte do rio Ave). A meados do século X, a "Villa de Comite" aparece na posse de D. Châmoa (ou Flâmula) Pais, que em 26 de Março do ano 953, a vendeu ao Mosteiro de Guimarães, representado pelo abade Gonta e pela sua dupla comunidade de frades e freiras; nesta escritura é mencionada a "Civitas" de Terroso (atualmente pertencente ao concelho de Póvoa de Varzim), de onde terá partido o povoamento da zona do concelho que se estende desde o mar ao rio Este. Para maior incentivo do povoamento, além do papel desempenhado pelas fundações religiosas, é de referir a iniciativa condal das famílias nobres que procuravam o prestígio junto destas comunidades mais próximas do poder divino. Uma destas nobres famílias marcou durante séculos os destinos da região onde se inclui Vila do Conde, a família dos "da Maia" que dominaram toda a região entre o Ave e o Douro, pelo menos desde o século XI. Com o passar dos tempos, ficaram "esquecidos" os senhores locais à medida que os "da Maia" foram conquistando poder político, ao ponto de se tornarem dominantes, primeiro em Santo Tirso e depois em Vila do Conde, aproveitando-se bem desta região, nas imediações do Porto, onde se cruzavam as principais vias de comunicação que ligavam o Norte ao Sul e a Santiago de Compostela. Este poder foi motivado, principalmente, pelo facto de em sucessivas gerações terem governado a "Terra da Maia". O Conde D. Henrique, durante o seu governo (? - 1112) procurou, inicialmente, organizar o território, firmando nele a sua autoridade através da atribuição de forais, nomeadamente a "Guimarães e Constantim de Panoias". Extinguiu o velho Convento de Salvador do Mundo em Guimarães, fazendo da sua igreja, Capela Real, e passando os seus inúmeros haveres para a coroa, entre os quais, grande parte do território de Vila do Conde. Sendo Vila do Conde reguenga, entendeu D. Sancho I, em Julho de 1209, doá-la à sua amante, D. Maria Pais (a Ribeirinha), e depois da morte desta, aos filhos que dela tinha, a fim de a possuírem por direito hereditário. Pela morte de D. Sancho, D. Maria casou com um rico-homem, D. João Fernandes "de Límia", cuja descendência se envolveu em contendas de heranças com a descendência havida de D. Sancho, relativamente à "Villa Comitis". A parte queixosa, representada por D. Constança Sanches, filha da "Ribeirinha" e do rei, não perdoava a D. Gonçalo Mendes, herdeiro do segundo matrimonio, o facto de ter entrado pela "Vila Comitis" e ter-se apoderado do que quis. O facto foi a julgamento na presença de D. Afonso III que facilmente resolveu a contenda, até porque os réus faltaram ao julgamento. Durante o reinado deste monarca (1245-1279), o reguengo pertencia aos netos de Maria Pais, excepto o direito de padroado sobre a Igreja de S. João e suas terras, que continuavam na posse dos de Guimarães. No princípio do século XIV, a "Villa do Conde" era do património de D. Teresa Martins, por herança da sua quarta avó paterna D. Maria Pais; pelo que, o seu senhorio se encontrava na posse de D. Afonso Sanches, seu esposo e filho ilegítimo do rei D. Dinis com D. Aldonça Rodrigues Telha. Em 1318, D. Afonso Sanches e sua esposa mandaram edificar em "Villa do Conde", o Mosteiro da Ordem de Santa Clara, e dotaram-no com um vasto património: as "villas" e lugares que tinham na Póvoa de Varzim, mais algumas herdades que possuíam em Formariz, TouguinhaBeiriz, Terroso e Mirante, e os padroados das Igrejas de Fervença (Basto) e Alcoentre. A doação destinava-se ao sustento e governo das "donas" da Ordem de Santa Clara que ali se enclausuravam, competindo à Abadessa D. Maria Menezes gerir os bens com total independência de qualquer autoridade, apenas prestando contas, em cada ano, por altura do S. Martinho, a uma espécie de comissão de "quatro donas boas" que o Convento elegia para Conselho Fiscal. Na sua administração, a abadessa não podia alienar ou emprestar quaisquer bens do Mosteiro, mas devia "emprazar" o melhor possível as terras por forma a obter o máximo rendimento. Vila do Conde viveu quase exclusivamente de si própria e das atividades ligadas ao mar e ao rio, atividades essas constantemente assombradas pela pirataria. Durante grande parte do século XVII e XVIII, a vida económica de Vila do Conde não parou de decrescer e só com a reforma administrativa do século XIX, imposta pelas ideias da Carta Constitucional, surgiu finalmente a oportunidade para alargar o seu exíguo território. No ano de 1832, foi palco de um dos mais importantes acontecimentos nas lutas liberais: o desembarque do Mindelo. No desembarque participaram D. Pedro IV e muitos homens que iriam marcar a vida portuguesa nas décadas seguintes, como Luiz da Silva Mouzinho de Albuquerque e Alexandre Herculano. Em 1836, Vila do Conde que já era cabeça da comarca de Póvoa de Varzim. Em 1843 as câmaras de Vila do Conde e da Póvoa de Varzim apresentaram uma nova proposta administrativa, em que Vila do Conde reclamou a anexação de mais 17 freguesias e propôs a cedência de Beiriz e Amorim. As disputas entre estes dois concelhos, relativamente à organização territorial, mantiveram-se até 1871, altura em que o concelho de Vila do Conde ficou definitivamente constituído como é na atualidade  Durante o século XX, o concelho continuou em franca expansão a todos os níveis, sendo elevada a cidade em 1987.

Bandeira de Vila do Conde

Cultura e Turismo : 

           Vila do Conde é um concelho cujo potencial turístico reside essencialmente na beleza da sua paisagem e na riqueza do seu património histórico. Também as suas infra-estruturas culturais e desportivas e as suas feiras e festas tradicionais em muito contribuem para o desenvolvimento turístico do concelho. Como locais de interesse turístico destacam-se os extensos areais por toda a costa concelhia que no Verão se convertem em populosos acampamentos de banhistas, e nos quais se encontram os núcleo populosos piscatórios das Caxinas, de Poça da Barca, de Mindelo, de Vila Chã e de Labruge. O concelho dispõe também de várias infra-estruturas culturais como museus, centros culturais e uma Biblioteca Municipal, entre outros. 


Gastronomia : 

              Na arte de cozinhar de modo a proporcionar o maior prazer aos que comem, Vila do Conde apresenta como pratos típicos o cabrito assado, a pescada à marinheiro, o bacalhau e o marisco. Nos doces, destaque para os doces conventuais, as empadas, os folos, os rosquinhos e os famosos pasteis de Santa Clara.






Casa da Aldeia no Soajo

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A Casa de Pereiró é uma típica construção das serras minhotas, com habitação no 1 piso e estábulos no rés-do-chão. Hoje recuperada com conforto, mas mantendo a traça e a decoração tradicionais, situa-se em perfeita harmonia com a sua envolvente paisagística encantadora. A casa de Pereiró, localiza-se numa pequena propriedade murada, a curta distancia do centro da Aldeia do Soajo. 
A aldeia do Soajo, situada em pleno Parque Nacional Da Peneda Gerês, possui um vasto património encabeçado por um dos mais emblemáticos conjuntos de espigueiros do país, em torno de uma eira comunitária. A sua privilegiada localização permite-lhe partir à descoberta dos encantos das serras do Soajo e da Peneda, da riquíssima gastronomia da região ou do vasto património arqueológico e natural.

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Casa do Pereiro – T2
1º Piso: Sala de estar (Sofá, lareira e TV), kitchenette (Fogão, Forno, Frigorífico, Micro-ondas, Torradeira, maquina de café, Loiça e utensílios de cozinha), 1 Casa de Banho, 2 quartos (1 duplo e 1 twin). 
Exterior: Espaço exterior ajardinado, pomar, Horta, mobiliário de jardim, estacionamento privativo, barbecue portátil. 
Geral: Inclui roupas de cama e banho. Aquecimento eléctrico em toda a casa. Serão disponibilizados produtos para preparação do pequeno-almoço. Não são permitidos animais de estimação.

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Preços: 
Preço casa em exclusivo para 4 Pessoas: 90 Euros/noite
Cama Extra: 15 Euros/noite
Notas: Preço para uso exclusivo da Casa. Cama extra apenas para crianças até 12 anos. Mínimo de estadia de 2 noites.

Para mais informações ou reservas, por favor, contacte a CENTER -info@center.pt ou Tel.  +351 258 931 750

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